
Cleibson Jaques, Lucas Bispo, Sidclei Silva e Gismario Santos (Foto: Instagram)
A Polícia Civil da Paraíba (PCPB) confirmou que uma organização criminosa foi responsável pela morte de quatro trabalhadores da construção civil em Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. Segundo investigadores, vítimas baianas foram executadas no início de abril por ordem de um dos líderes do grupo, até então ainda foragido.
++ Sistema de IA revela como gente comum está criando renda passiva no automático
Em coletiva realizada em 9 de abril, a PCPB detalhou que o mandante do crime possui ligação direta com a facção e está escondido no Rio de Janeiro. A principal linha de investigação aponta que a motivação foi uma suposta dívida de drogas de uma das vítimas, identificada como Lucas Bispo, de 22 anos, enquanto os outros três, Cleibson Jaques, 31; Sidclei Silva, 21; e Gismario Santos, 23, não tinham envolvimento com ilícitos.
++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein
Na última quarta-feira (8), a Delegacia de Homicídios da PCPB, em parceria com a Guarda Civil Metropolitana, prendeu um suspeito no bairro Comercial Norte. Ele portava um aparelho celular de uma das vítimas e já respondia por tráfico de drogas, além de ser vinculado à mesma facção.
Outros cinco indivíduos seguem sob investigação por participação direta na execução dos trabalhadores e na ocultação dos corpos. Todos continuam foragidos, e esforços policiais estão concentrados em localizá-los o quanto antes.
Os cadáveres foram achados na madrugada de 3 de abril, amarrados e com marcas de tiros, escondidos em uma área de mata. Moradores denunciaram um veículo abandonado próximo a uma granja, o que levou equipes da Polícia Militar a iniciar as buscas.
Durante as diligências, os policiais encontraram os corpos entre a vegetação. As quatro vítimas desapareceram em 31 de março, mas oficialmente o sumiço só havia sido registrado em 2 de abril, atrasando o início das investigações até as denúncias locais.
