
A partir de 12 de abril de 2026, a tarifa do metrô do Rio de Janeiro será reajustada para R$ 8,20, mantendo-se como a passagem pública mais cara do país.
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O aumento foi oficializado pela Agetransp e segue o índice oficial de inflação, o IPCA, garantindo reajuste automático anual conforme variação dos preços ao consumidor amplo.
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Com o novo valor, a tarifa do metrô carioca seguirá detendo o título de mais elevada entre as capitais brasileiras, superando regiões metropolitanas que praticam preços bem mais baixos para esse modal. A manutenção desse patamar coloca o Rio em posição de destaque nos debates sobre mobilidade urbana no país.
Enquanto isso, as passagens de ônibus na capital e na região metropolitana já foram reajustadas mais cedo neste ano, embora sem alcançar o valor cobrado no metrô. Essa diferença entre modais reflete a aplicação de políticas tarifárias independentes e a necessidade de equilibrar custos operacionais.
Por outro lado, as tarifas dos trens urbanos permanecerão inalteradas em R$ 7,60 até nova definição da Agetransp, o que amplia a distância de preços entre metrô e trem. Usuários que combinam diferentes meios de transporte poderão enfrentar gastos mais elevados no deslocamento diário.
Especialistas em transporte afirmam que reajustes alinhados ao IPCA podem evitar choques abruptos, mas ainda pressionam orçamentos familiares, sobretudo de trabalhadores que dependem de passagens diárias. Organizações de defesa do consumidor já chamaram atenção para a necessidade de subsídios e programas sociais que aliviem o impacto sobre a população de menor renda.







